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Geração Mídia
Manutenção e suporte 7 min de leitura

Refazer o site ou fazer manutenção? Como decidir

Consertar de novo ou começar do zero? Veja a regra simples que separa os dois caminhos, o que olhar no seu site e como trocar sem perder o que já conquistou no Google.

Equipe Geração MídiaDesign, sistemas e inteligência artificial
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Dono de empresa analisando o site da empresa em um notebook, com o layout aberto na tela

Em 30 segundos

  1. Problema pontual pede manutençãoSe a base do site é segura, rápida e fácil de atualizar, ajustar texto, visual e contato costuma bastar.
  2. Problema de base pede site novoPlataforma sem suporte, estrutura que não comporta a empresa e conserto que nunca termina indicam que refazer sai mais barato.
  3. Refazer sem perder posição é possívelCom o mapa dos endereços e redirecionamentos permanentes, o site novo herda o que o antigo conquistou no Google.

Você olha para o seu site e a dúvida aparece: pagar mais um conserto ou refazer tudo? A resposta curta é esta: faça manutenção quando o problema está no conteúdo ou em partes do visual; refaça quando o problema está na base do site.

Errar para qualquer lado custa caro. Refazer um site que só precisava de ajustes gasta o orçamento à toa. Consertar um site cuja base já venceu faz você pagar toda semana por algo que nunca fica pronto, enquanto o cliente que chegou pelo Google ou por um anúncio desiste antes de pedir o orçamento.

Neste guia, você vê os critérios que separam os dois caminhos, uma conta simples para comparar custos e o cuidado para não perder as posições que o site atual já tem na busca.

Refazer ou manter: qual é a regra?

O site tem quatro camadas: o conteúdo (textos, fotos, preços), o design (o visual e a organização das páginas), a estrutura (como as páginas se ligam) e a tecnologia (a plataforma, a hospedagem e a segurança). Cada camada envelhece num ritmo diferente.

A regra prática é esta: conteúdo e design se resolvem com manutenção ou com um redesign. Quando a estrutura ou a tecnologia vencem, o caminho é um site novo, porque consertar uma base velha não a deixa nova.

O que você percebe e o caminho mais provável
O que você percebeCaminho mais provável
Texto, preço ou telefone desatualizadoManutenção
Visual cansado, com a plataforma em diaRedesign sobre a base atual
Um erro isolado, como um formulário que falhaManutenção
O mesmo tipo de defeito volta depois de cada consertoRefazer a base
Plataforma ou versão sem suporte do fabricanteRefazer o site
O site não comporta os serviços de hojeRefazer a estrutura
Ninguém atualiza sem medo de quebrar o layoutRefazer o site

Quando a manutenção basta?

A manutenção resolve quando o site ainda é uma boa base e só acumulou desgaste. É o seu caso se:

  • a plataforma recebe atualizações e o site abre rápido no celular;
  • a estrutura de páginas ainda representa o que a empresa vende;
  • o problema é pontual: um texto antigo, um formulário com defeito, um certificado vencido;
  • você consegue pedir uma mudança e ver no ar sem susto.

Nesses casos, refazer é gastar mais para chegar ao mesmo lugar. Um plano de manutenção e suporte mantém o site seguro, atualizado e funcionando, e o orçamento fica livre para o que traz cliente.

A manutenção também tem limite: ela conserva o que existe, mas não muda o que o site é. Se a empresa mudou de serviço, de público ou de porte, manter o site como está é manter a vitrine de outra empresa.

Quando refazer compensa mais?

Refazer compensa quando o problema é estrutural. Os sinais mais fortes são estes:

  • A plataforma ou a versão não tem mais suporte. Sem correções de segurança, cada semana no ar é um risco.
  • Todo conserto quebra outra coisa. Código acumulado ao longo dos anos e complementos sobrepostos fazem cada mudança virar uma aposta.
  • A estrutura não comporta a empresa de hoje. Serviços novos, outra cidade de atuação ou um sistema que o site não consegue conectar.
  • Trocar um preço virou um chamado. Quando atualizar é difícil, o site fica parado e desatualizado.
  • Você não tem o controle. O domínio está no nome de terceiros e os acessos se perderam.

Se você reconheceu dois ou três desses pontos, o conserto tende a virar uma despesa sem fim. O artigo 7 sinais de que o seu site parou no tempo ajuda a conferir cada um com o site aberto na tela.

Como decidir em 4 passos?

Decidir pelo visual é o erro mais comum. Um site que parece antigo, mas é rápido, seguro e fácil de atualizar, talvez precise só de um redesign. Um site bonito sobre uma base velha continua com o mesmo problema por baixo. Por isso, decida pelo que o site faz, não pelo que ele mostra.

Como decidir sem chute

  1. Liste o que não funcionaAnote cada problema que você percebe e marque se ele está no texto, no visual, na estrutura ou na tecnologia.
  2. Veja se o problema voltaUm defeito que some depois do conserto é pontual. Um que reaparece de outra forma vem da base.
  3. Compare os custosColoque lado a lado o que você gasta para manter o site atual e o que gastaria com um novo, ao longo dos anos.
  4. Peça um diagnósticoCom o site atual analisado, você sabe o que aproveitar, o que trocar e o que corre risco se nada for feito.

Para a comparação de custos, veja quanto custa um site profissional e leve esses valores para a conta do passo três.

Refazer o site faz perder posição no Google?

Só perde se a troca for feita sem cuidado. O Google guarda cada endereço do seu site junto com o histórico que ele conquistou. Se o endereço muda e nada avisa a busca, esse histórico fica para trás e o visitante cai numa página de erro.

A documentação do Google para troca de endereços orienta mapear cada endereço antigo para o novo e usar redirecionamentos permanentes feitos no servidor. Ela também recomenda manter esses redirecionamentos no ar por pelo menos um ano.

Na prática, isso é resolvido antes da virada: o site novo é construído em ambiente fechado, o atual continua no ar recebendo contatos, e as páginas que hoje trazem visitas seguem para o site novo, melhoradas, e não descartadas.

Refazer bem também é uma chance de corrigir o que prendia o site antigo: velocidade no celular, textos que respondem ao que o cliente pergunta e um caminho claro até o WhatsApp ou o formulário.

Cada mês com um site que afasta o cliente é um mês de visitas que não viram conversa. Se você investe em anúncios, o efeito é direto: você paga pelo clique e perde o contato na página. Se o diagnóstico apontar para um site novo, veja como funciona a criação de sites da Geração Mídia.

Perguntas frequentes

Vale a pena refazer o site ou fazer manutenção?

Depende de onde está o problema. Texto desatualizado, visual cansado e erros isolados pedem manutenção. Plataforma sem suporte, estrutura que não comporta a empresa e conserto que se repete pedem site novo. Um diagnóstico do site atual mostra qual é o seu caso.

De quanto em quanto tempo devo refazer o site?

Não existe prazo fixo. A hora de refazer chega quando a base ou a estrutura deixam de acompanhar a empresa, e não quando o calendário manda. Com manutenção regular, um site de boa base segue útil por mais tempo.

Refazer o site faz perder o ranqueamento no Google?

Não precisa fazer. Com o mapa dos endereços antigos e novos e redirecionamentos permanentes, o Google entende a troca e o histórico passa para o novo endereço. Pode haver oscilação enquanto a busca reprocessa as páginas.

O site antigo precisa sair do ar durante a troca?

Não. O site novo é construído em ambiente fechado, e o atual continua no ar recebendo contatos até a virada.

Posso mudar só o visual do site?

Pode, quando a plataforma e a estrutura estão em dia. Se o problema está na base, o visual novo sobre ela mantém a lentidão e a dificuldade de atualizar.

Posso ver o meu novo site antes de decidir?

Sim. Depois da conversa de alinhamento, preparamos um protótipo visual sem custo e sem compromisso. Você vê o seu novo site antes de decidir.

Fontes

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  2. 02 Proposta clara de escopo, prazo e investimento
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